Escrevendo uma carta argumentativa para a aula (nããão, imagina), percebi uma coisa, e aqui transmito uma dica para você nobre leitor fantasma. Ei-la:
Jamais escreva "ei-la".
Não era isso. UHAUHSHUAS.
Vamos lá. Primeiro: é importante ser educado, mas não subordinar-se ao leitor, preocupando-se com a sua opinião. Escreva "acredito que...", "na minha opinião...", "penso que..." - JAMAIS "acho que..." por favor né, tu não tá falando pra tua mãe o que tu quer jantar. Mas, no decorrer do texto, esqueça essas formalidades. Por exemplo:
"(...) Acredito que o ser humano ainda não sabe lidar com o meio ambiente (sei lá ow, sem criatividade no momento). DEVE-SE levar a sério o grande problema ambiental que estamos enfrentando."
Olha a diferença:
"...na minha opinião, o homem deve levar a sério o grande problema ambiental que estamos enfrentando." Parece "Não me batam! Não me batam! É só o que eu acho!"
Ou seja, não fique toda hora dizendo "na minha opinião" etc., vão acabar achando que tu mesmo está tentando acreditar no que escreve. Utilize-se disso no máximo duas vezes. Depois de dizer no que tu acreditas, argumente com precisão, quase que no imperativo: "é necessário", "deve-se", etc. Assim se chama a atenção do leitor e o convence da sua opinião.
Tá, chega.
A história da elefanta Mila contada pelo senhor Miguel Esposito
3 semanas atrás

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